quarta-feira, 23 de maio de 2012
quinta-feira, 17 de maio de 2012
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Enriquecimento Cultural: Homenagem ao Chorinho.
Mais uma vez inovando, a sétima edição do evento presta uma homenagem ao chorinho – choro para os puristas, a música mais brasileira de todas, o lamento alegre que é fruto das cordas do violão e do som adocicado da flauta. O espetáculo “Choro, a Música desta Terra”, dia 14de julho no Teatro Pedro Ivo, pretendeu valorizar esse estilo musical que é amplamente executado e apreciado em Florianópolis (Capital). O pianista Arthur Moreira Lima, considerado um dos maiores músicos do Brasil – e que, para nossa sorte, escolheu a Ilha para viver – é um dos convidados da noite, ao lado da cantora catarinense Ana Paula da Silva, grande revelação da MPB. A mistura, ousada e contemporânea como de praxe, promete fazer o público literalmente chorar.
Quando: 14/7/2011, 21h
Onde: Teatro Pedro Ivo, Rod. SC-401, 4.600, Saco Grande, Florianópolis
Quanto: R$ 20 / R$ 10 (meia), à venda nas agências da Brognoli Negócios Imobiliários
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Professores e Administrador Escolar! A luta deve continuar.
Gostaria de refletir com a categoria profissional dois (2) pontos.
1º A Greve (como mobilização política).
A greve constitui se em um Avanço da fase econômico-coorporativas da categoria. Constituindo-se em uma luta histórica no Plano de Carrera Profissional do Ensino Público Gratuito do Estado de Santa Catarina.
2º O Aluno. (como sujeito protagonista da mobilização).
Pois sem os Alunos não haveria greve. (sempre lembrando que os alunos não são “máquinas” para serem paradas; mas sujeitos de direitos constitucionais).
Pois bem! Faço um desafio – proposta (para a categoria e representantes sindicais).
Que a greve econômico-corporativa possa ter um fim (com o “avanço” das negociações sindicais com o governo); mas que a Greve proporcione um SALTO.
A Construção de uma Mobilização na perspectiva de um Projeto-Ético-Político que envolva toda a sociedade civil.
COMO?
A partir de encontros em: Colóquios, Seminários, mobilizações pelo Ensino Público Gratuito e de Qualidade (Espaço Democrático Econômico-Político-Cultural).
Meu nome é Pedro. Sou Graduado em Serviço Social. Tenho um filho que estuda em Escola Pública Estadual. Meu e-mail é: pmmjr12003@yahoo.com.br
sexta-feira, 29 de abril de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Campanhas da parte do Moderador Pedro.

Estas campanhas são iniciativas da parte do Moderador Pedro. Visando mobilizar a sociedade em geral na problemática das necessidades subjetivas em uma perspectiva de solucionar coletivamente estas necessidades. A metodologia da campanha é dividida em três (3) momentos: divulgação e problematização das necessidades: Campanhas - SIM NÓS PODEMOS PARAR DE FUMAR, na criação e participação dos ENCONTROS DOS EX - FUMANTE, localizado o mais próximo de sua casa. A outra campanha é: SIM NÓS PODEMOS TER NOSSA CASA – também participando dos encontros: O ETHOS DA CIDADANIA COMEÇA EM NOSSA CASA. A 3ª CAMPANHA é: SIM NÓS PODEMOS PARAR DE COMPETIR – Sendo a última CAMPANHA intitulada: SIM! NÓS PODEMOS SER MAIS HUMANOS. No segundo (2ª) momento é diagnosticada a necessidade e efetivado a campanha. No terceiro (3ª) momento são construídos os encontros e suas metodologias operacionais. Toda esta iniciativa é articulada pelo moderador, visando à concretude e efetivação destas necessidades subjetivas na perspectiva de construir coletivamente alternativas. Por isso os valores “doados” serão para auto-sustentar as devidas campanhas e os custos destas.
Proposta de Trabalho do Moderador Pedro.
Partindo do pressuposto de que o conhecimento da razão social na instituição proporciona o vínculo entre: profissionais e usuários. Busca-se o reconhecimento e valorização da instituição na possibilidade de informar a sociedade civil e política a capacidade de produzir conhecimento na instituição, que proporcione como elementos intrínsecos e enriquecedores as relações humanas.
Na perspectiva da formação do conhecimento da razão social da instituição busca-se a metodologia da comunicação por excelência na construção de uma relação qualitativa entre: instituição, profissional e usuário. Tendo como princípios o resgate ético político da instituição o fortalecimento destes princípios junto aos profissionais e usuários da instituição e o reconhecimento institucional junto à sociedade civil e política. Visando o avanço da convivência no sentido da existência humana no exercício da cidadania.
OBJETIVOS específicos
I - Divulgar a partir da pesquisa os dados da razão social da instituição.
(Pacote 01: divulgação totalmente GRÁTIS dos dados da instituição na mídia: espelhosmascaras.blogspot.com) ver metodologias.
II - Desenvolvimento da comunicação: participação contínua e permanente bem como a formação cultural da comunicação interna da instituição.
( Pacote 02: construir internamente na instituição a relação comunicacional: dados, informação e conhecimento.) ver metodologias.
III – Publicizar as ações da instituição na sociedade civil e política.
(Pacote 03: Veicular na mídia externa as atividades da instituição; focando: divulgar, fortalecer e arrecadar fundos institucionais.) ver metodologias.
Estaremos visitando sua instituição e organização para melhor esclarecer a proposta de trabalho destes serviços.
Atenciosamente: Pedro. (49) 32248443 - e-mail: pmmjr12003@yahoo.com.br
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Homenagem a Anita

03/08/2010 por custodionet
Anita Garibaldi vira heroína nos quadrinhos
Cartunista Custódio lança biografia inédita em
quadrinhos sobre Anita Garibaldi.
Após três anos, divididos entre pesquisa, roteiro e desenhos, o cartunista Custódio vai lançar o álbum Anita Garibaldi, o Nascimento de uma Heroína.
O livro, premiado pela Secretaria de Cultura de São Paulo, traz a juventude de Anita Garibaldi, uma brasileira que, além de fazer parte da luta pela liberdade no Brasil, é heroína nacional no Uruguai e na Itália.
Tema de dezenas de obras nos últimos 160 anos, é a primeira vez que a vida da personagem é tratada na linguagem e quadrinhos.
A este fato inédito, junta-se também o fato de que a misteriosa infância de Anita, com o ambiente sócio-político da época, nunca ter sido objeto de obra exclusiva.
O Projeto Anita Garibaldi é acompanhado pelo endereço www.anitagaribaldi.com , onde são publicados os avanços do trabalho, as novidades relacionadas ao livro e os apoiadores do projeto.
Custódio, 42 anos, é paulistano. Já publicou charges em mais de 50 jornais brasileiros, fez animações para canais de tv, peças de teatro e participou de diversos álbuns de quadrinhos. Foi premiado em diversos salões de humor e recebeu o Prêmio de Excelência no National Press Club do Canadá. Venceu o Prêmio de Tiras do Jornal Estado de São Paulo em 2008. É cartunista do jornal Vinho e Cia.
O lançamento será na prestigiada Pizzaria Prestíssimo, nos Jardins, local já tradicional de eventos gastronômicos e culturais.
Lançamento:
Anita Garibaldi, o Nascimento de uma Heroína
Álbum de quadrinhos, 68 páginas.
Preço de lançamento: R$ 20,00
Dia 31 de julho de 2010
Pizzaria Prestíssimo, Al Joaquim Eugênio de Lima, 1135
A partir das 19:30
Contato: José Custódio Rosa Filho
custodio@custodio.net
(11) 5666.0677 / 9114-7128
maiores informações site: http://www.anitagaribaldi.com/
terça-feira, 27 de julho de 2010
“inflação de relacionamentos”: Bolha Social.
A “inflação de relacionamentos” é quando “você tem muito mais relacionamentos – mas, na realidade, poucos, se é que há, são realmente valiosos. Assim como a inflação da moeda deprecia o dinheiro, a inflação social degrada os relacionamentos.”
A análise é de Umair Haque, diretor do Havas Media Lab e fundador daBubblegeneration, uma agência de consultoria para estratégia e inovação. O artigo foi publicado em seu blog na página da revista Harvard Business Review, 23-03-2010. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
Artigo disponível: http://processocom.wordpress.com
O grupo de pesquisa Processos comunicacionais: epistemologia, midiatização, mediações e recepção – PROCESSOCOM trabalha na fundamentação, construção e sistematização de investigações cientí¬ficas na área das Ciências Sociais Aplicadas, e mais especificamente, em Comunicação.
A PROCESSOCOM tem como linha central a formação de pesquisadores numa perspectiva transformadora e explora, em termos metodológicos, uma epistemologia crí¬tica que busca articular sabedorias milenares com estratégias inovadoras para a resolução de problemas de relevância social histórica e política.Está vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos, São Leopoldo, Rio Grande do Sul.
Visite também a página na CAPES/CNPq e da ರೆದೆಂಳತ್.
Eis a tradução de Moisés Sbardelotto.
Eu gostaria de propor uma hipótese: apesar de toda a empolgação em torno das mídias sociais, a Internet não está nos conectando tanto quanto nós pensamos que ela esteja. Ela é, em grande parte, o lar para conexões fracas e artificiais, o que eu chamo de relacionamentos tênues [thin relationships].
Durante a bolha do subprime, os bancos e os corretores venderam uma dívida ruim atrás da outra – dívidas que não poderiam ser transformadas em boas. Hoje, as mídias “sociais” estão fazendo trocas em conexões de baixa qualidade – ligações que provavelmente não vão produzir relacionamentos significativos e duradouros.
Chamemos isso de inflação de relacionamentos. Nominalmente, você tem muito mais relacionamentos – mas, na realidade, poucos – se é que existem – são realmente valiosos. Assim como a inflação da moeda deprecia o dinheiro, a inflação social degrada os relacionamentos. A própria palavra “relacionamento” está sendo banalizada. Ela costumava designar alguém com quem você podia contar. Hoje, ela significa alguém com quem você pode trocar bits.
Os relacionamentos tênues são a ilusão dos relacionamentos reais. Os relacionamentos reais são padrões de investimento mútuo. Eu invisto em você, você investe em mim. Pais, filhos, esposos – todos são investimentos de múltiplos dígitos, de tempo, de dinheiro, de conhecimento e de atenção. Os “relacionamentos” no centro da bolha social não são reais, porque eles não estão marcados pelo investimento mútuo. No máximo, estão marcados por um pequeno pedaço de informação ou de atenção aqui ou ali.
Confiança. Se tomarmos a mídia social em seu valor nominal, o número de amigos no mundo cresceu em 100%. Mas temos visto um aumento conjunto de confiança? Eu diria que não. Agora, talvez, levará tempo para que os ganhos sejam visivelmente percebidos. Mas as redes sociais já existem há meia década, e a sociedade parece ter melhorado em pouca coisa.
Perda de poder. Se as ferramentas sociais criam ganhos econômicos reais, nós esperamos ver um efeito de substituição. Elas substituem – desintermediam – os“gatekeepers” de ontem. No entanto, cada vez mais, elas estão dando poder aos“gatekeepers”. Suas redes sociais favoritas não estão desintermediando agências de relações públicas, recrutadores e outros tipos de corretores. Elas estão criando legiões de novos. A própria Internet não está tirando o poder do governo dando voz aos tradicionais sem voz. Ela está dando poder aos Estados autoritários para limitar e enquadrar a liberdade pela redução radical dos custos de vigilância e coação. Assim como os relacionamentos diretos e imediados.
Ódio. Existe uma velha metáfora: a Internet funciona no amor. Da mesma forma, porém, ela está cheia de ódio: reações impulsivas e irracionais contra a pessoa, o lugar ou a coisa mais próxima que seja só um pouco diferente. Você leu as seções de comentários online de qualquer jornal ultimamente? Normalmente, eles são poças gigantes de bílis e veneno.Veja estes e-mails a Floyd Norris. Longe de alimentar uma conversa significativa, a “web social” de hoje é um mundo cheio de equivalentes linguísticos aos tiroteios motorizados.
Exclusão. O ódio acontece, pelo menos em parte, por causa da homofilia: pássaros do mesmo bando voam juntos. O resultado é que as pessoas se auto-organizam em grupos de gostos iguais. Mas raramente as brechas entre as diferenças são superáveis. No entanto, é aí que as relações mais valiosas começam. Ser “amigo” de 1.000 pessoas que também são obcecadas por modelos de óculos da década de 60 não é amizade – é apenas um único e solitário interesse compartilhado.
Valor. A prova final está nos fatos. Se os “relacionamentos” criados na Internet de hoje fossem importantes, talvez as pessoas (ou os anunciantes) pagariam pela oportunidade de participar neles. No entanto, poucos, se é que há, fazem isso – em qualquer lugar, desde sempre. Pelo contrário, pelo fato desses “relacionamentos” não serem valiosos, as empresas – diz-se – são forçadas a testá-los e a rentabilizá-los de forma extractiva e eticamente questionável. Isso porque não há nenhum “lá” lá. Eu posso trocar bits com pseudoestranhos em um número qualquer de sites. “Amigos” como esses são uma mercadoria [commodity] – e não um bem valioso e único.
Quais são os preços a serem pagos pela inflação de relacionamentos? Três tipos de câncer que corroem a vitalidade da web de hoje. Em primeiro lugar, a atenção não é alocada de forma eficiente, as pessoas descobrem menos o que elas valorizam do que aquilo que todo mundo gosta. Segundo, as pessoas investem em conteúdo de baixa qualidade. O Farmville [aplicativo que simula uma fazenda online, em que o fazendeiro é o usuário do Facebook] não é exatamente [o filme] “Casablanca”. O terceiro ponto e mais prejudicial é o enfraquecimento contínuo da Internet como força do bem. Não apenas o Farmville não é “Casablanca”, mas ele também não é o Kiva [rede online de microcréditos]. Um dos exemplos seminais da promessa das mídias sociais, o Kiva distribui microcréditos de forma mais significativa. Em contraste, o Farmville é em grande parte socialmente inútil. Ele não favorece as crianças de forma tangível. Ele apenas favorece os anunciantes.
Vamos resumir. Do lado da demanda, a inflação de relacionamentos cria efeitos de concursos de beleza, nos quais, assim como cada juiz vota na concorrente que eles pensam que os outros irão gostar mais, as pessoas transmitem o que elas pensam que os outros querem. Do lado da oferta, a inflação de relacionamentos cria efeitos de concursos de popularidade, nos quais as pessoas (e os artistas) lutam para chamar a atenção de forma imediata e visceral – em vez de fazer coisas impressionantes.
O social não tem a ver com concursos de beleza e concursos de popularidade. Eles são uma distorção, uma caricatura da coisa real. O social tem a ver com confiança, conexão e comunidade. Isso é o que menos há na paisagem midiática de hoje, apesar de todo o frisson ao redor das mídias sociais. A promessa da Internet não era meramente inflacionar os relacionamentos, sem acrescentar profundidade, ressonância e significado. Era de fundamentalmente religar as pessoas, comunidades, sociedade civil, empresas e Estado – através de relacionamentos mais espessos, mais fortes e mais significativos. É aí onde se encontra o futuro da mídia.
Agora, isso é apenas uma hipótese. Sinta-se livre para discordar de mim, me desafiar – ou para ampliá-la e elaborá-la. Da próxima vez, vou discutir o que podemos fazer com relação a isso.
Fonte: disponível http://processocom.wordpress.com/2010/07/27/a-bolha-midiatica-e-social/ 27/07/2010.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
7ª reunião da rede social de comunicação - espelhos e máscaras
7ª reunião da rede social de comunicação - espelhos e máscaras
Pauta: estatuto social; a comunicação na uniplac entre: alunoxprofessorxfuncionárioxcomunidade=intervenção
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
redesocialblogs.com.br/espelhosmascaras
A rede social de comunicação da serra catarinense - espelhos e máscaras. Agora! com novo provedor, o blog das redes. VEJA.http://redesocialblogs.com.br/espelhosmascaras
A rede social de comunicação da serra catarinense - espelhos e mascaras - agora estará interagindo via internet com estas duas ferramentas. As notícias que forem publicadas no blog: espelhosmascaras.blogspot.com - também serão publicadas no blog das redes.
O objetivo é expandir a rede social de comunicação da serra catarinense - espelhos e mascaras - para outros blogs. E também interagir com o público internauta.
Vamos lá! agora as ferramentas estão a nosso serviço, devemos nos apropriar de todas as comunicações.
"O trabalhador social que opta pela mudança não teme a liberdade, não manipula, não foge da comunicação, pelo contrário, a procura e vive." (p. 51)
" Precisamos de uma pedagogia da comunicação com a qual pudéssemos vencer o desamor do antidiálogo." (FREIRE, 1986:p.69 - Educação e Mudança - Ed: Paz e Terra, São Paulo).
A palavra é sua: o Blog das Redes
• O Blog das Redes nasceu com o objetivo de promover o diálogo e a troca de informações, ações e experiências entre redes sociais organizadas para melhorar a qualidade de vida e o convívio social nas comunidades.
Vamos blogar!
Leia, opine, manifeste-se, deixe sua opinião registrada.
Apenas reflexões conjuntas podem apontar saídas válidas para o desenvolvimento.
http://redesocialblogs.com.br/
domingo, 23 de agosto de 2009
6º encontro da rede social de comunicação
Na último dia 22 de agosto às 10:00h da manhã na Universidade do Planalto Catarinense – Uniplac – na sala 1104, aconteceu o 6º Encontro da Rede Social de Comunicação da Serra Catarinense, com a presença de estudantes da área de Serviço Social, professores, profissional da área da Saúde e profissional da área de Serviço Social.Foram discutidos vários temas sócias que permitam às pessoas participarem ativamente na democratização da comunicação. Também foi direcionado o Estatuto da Rede Social de Comunicação para apreensão de seus objetivos. Tendo como ação definir as responsabilidades e relações das pessoas envolvidas neste processo de comunicação democrática e pública na região serrana, de modo que os objetivos da rede social de comunicação sejam atingidos.
Foi encaminhado como ação participativa, o convite para as pessoas interessadas no processo, para integrarem-se na rede social de comunicação da serra catarinense, Espelhos e Máscaras, como associados. Conforme o Estatuto publicado no blog da rede.
As pessoas interessadas deverão retornar para este e-mail: pmmjr12003@yahoo.com.br
Estatuto da Rede Social de Comunicação da Serra Catarinense, disponível no blog: espelhosmascaras.blogspot.com
domingo, 16 de agosto de 2009
É sábado! dia 22/08 na Uniplac, sala 1106 às 10:00h da manhã.
Pauta: Estatuto da Rede Social de Comunicação da Serra Catarinense
Encaminhamento concreto da proposta da associação da rede.
Contato:
(49) 3224-8443
e-mail: pmmjr12003@yahoo.com.br
msn: pedromiguelmjrlages@hotmail.com
blog: http://espelhosmascaras.blogspot.com/
“Muitos de nós em algum momento de nossas vidas já ouvimos falar em Rede Social, em todo lugar, e/ou, de alguma forma praticamos ela, mesmo sem saber estamos inseridos em algum grupo que representa essa Rede Social, seja na faculdade, trabalho ou na própria família, na internet não poderia ser diferente a Rede Social nunca esteve tão presente na vida dos internautas, e para aqueles que não se deram conta disso com certeza estão perdendo uma fatia muito boa.”Fonte: disponível no site: http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://moodlelivre.files.wordpress.com/2008/12/social.jpg&imgrefurl=http://moodlelivre.com.br/2008/12/&usg=___2h2ZzLVVj4KXAB9XLBLNFN0yI4=&h=326&w=489&sz=71&hl=pt-BR&start=96&tbnid=jgD9z1e7cbNUxM:&tbnh=87&tbnw=130&prev=/images%3Fq%3Drede%2Bsocial%2Bde%2Bcomunica%25C3%25A7%25C3%25A3o%26gbv%3D2%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26start%3D80. Acessado em 16 ago. 2009
terça-feira, 11 de agosto de 2009
I Seminário Pró-Conferência Estadual de Comunicação –SC

Caminhos para o controle público e a democratização da comunicação
Data: 15 de agosto de 2009
Horário: 8h30 às 18h
Local: FECESC – Av. Mauro Ramos, 1624 (proximidades Beira Mar Shopping)
Florianópolis - SC
Objetivo: Construir uma intervenção coletiva dos movimentos sociais no processo de realização da Conferência Estadual de Comunicação e, posteriormente, da Conferência Nacional de Comunicação.
Realização: Comissão Pró-Conferência Estadual de Comunicação em Santa Catarina
A I Conferência Nacional de Comunicação, com o objetivo de discutir e elaborar propostas de Políticas Públicas para a área das comunicações no Brasil, foi convocada, pelo governo federal, para dezembro deste ano. Até lá, em todo o país, devem ser realizadas as Conferências Estaduais e Regionais e/ou Municipais.
Aqui em Santa Catarina, a Comissão Pró-Conferência Estadual de Comunicação já vem realizando, em todo o estado, por meio de audiências públicas, reuniões e oficinas, um trabalho de estímulo à mobilização para a Confecom nacional e para a construção da Estadual, Regionais e/ou Municipais.
E agora, como mais uma etapa deste trabalho, realiza no próximo dia 15 de agosto, em Florianópolis, o I Seminário Pró-Conferência Estadual de Comunicação –SC, preparatório à Confecom Estadual e, na sequência, à Nacional. O objetivo é reunir os integrantes da Comissão estadual Pró-Conferência, as representações das comissões regionais e de segmentos que debatem a comunicação no estado, além de formadores de opinião, parlamentares, estudantes, entre outros, para avançar na preparação da intervenção dos movimentos sociais catarinenses na I Conferência Estadual de Comunicação e, posteriormente, na Confecom Nacional.
Neste I Seminário serão apresentadas e debatidas as questões que estarão em disputa na Confecom. Algumas destas questões são Controle Público e Marco Regulatório, Sistemas público, estatal e privado, Liberdade de Expressão e de Imprensa, Radiodifusão Comunitária, Regulação da Publicidade...Também se destacam as temáticas regionalização, inclusão social, diversidade cultural e religiosa, digitalização e convergência tecnológica nas comunicações. Todos esses temas dentro de três eixos estratégicos: Meios, tendo como prisma a mudança do analógico para o digital, Cadeia Produtiva, do consumidor ao cidadão, e Sistemas, do perfil corporativo para o controle público.
Para mais informações sobre as inscrições e modelo para a apresentação de propostas, envie um e-mail para a secretaria do Seminário: fale@comunica-sc.org.br ou acesse http://www.comunica-sc.org.br/
Confira, abaixo, a programação completa do evento.
Temário geral
- Apresentação de informações e construção do cenário da comunicação em Santa Catarina
- Levantamento das especificidades de cada segmento
- Construção de estratégias e capacitação para mobilização e intervenção
- Coleta de subsídios ao texto base que a Comissão Pró-Confecom SC irá propor às Conferências Municipais, Intermunicipais e Estadual
Público
Integrantes da Comissão estadual Pró-Conferência, representações das comissões regionais e de segmentos que debatem a comunicação no estado, além de formadores de opinião, parlamentares, estudantes, etc...
Programa
Manhã
8h30
-Credenciamento e Boas vindas
9h
- Mesa: Caminhos para o controle público e a democratização da comunicação
Expositores:
Rosane Bertotti – secretária de comunicação da Central Única dos Trabalhadores –CUT; integrante da Comissão Nacional Pro-Confecom
Sérgio Murillo de Andrade – presidente da Federação Nacional dos Jornalistas – FENAJ; membro da Comissão organizadora da Confecom Nacional
Carlos Locatelli – professor do Curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC
Debate com os participantes
11h30
- Apresentação das propostas dos segmentos de Santa Catarina
Intervalo para almoço
Tarde
14h
- Debate e definição de eixos e estratégias para formular o texto base
18h
- Encerramento
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
DIA 14! não perca.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
PANDEMIA
- Já não se fala da crise econômica nem dos torturados em Guantánamo. Só a gripe dos porcos.- E eu me pergunto: se atrás dos frangos havia um "galo", atrás dos porcos.não haverá um "grande porco"?A empresa norte-americana Gilead Sciences tem a patente do Tamiflú. O principal acionista desta empresa é nada menos que um personagem sinistro, Donald Rumsfeld, secretario da defesa de George Bush, artífice da guerra contra o Iraque.Os acionista das farmacêuticas Roche e Relenza estão esfregando as mãos, estão felizes pelas suas vendas novamente milionárias com o duvidoso Tamiflú.A verdadeira pandemia é de lucro, os enormes lucros destes mercenários da saúde.Não nego as necessárias medidas de precaução que estão sendo tomadas pelos países. Mas, se a gripe porcina é uma pandemia tão terrível como anunciam os meios de comunicação;Se a Organização Mundial de Saúde se preocupa tanto com esta enfermidade, porque não a declara como um problema de saúde pública mundial e autoriza o fabrico de medicamentos genéricos para combatê-la?Prescindir das patentes da Roche e Relenza e distribuir medicamentos genéricos a todos os países, especialmente aos pobres, essa seria a melhor solução.
Jimmy Oliveira Nunes
domingo, 2 de agosto de 2009
Educação Popular – formando a cidadania compartilhada
Por *Pedro Miguel
Palavra chave: educação popular, instituição de ensino, sujeito social
No primeiro momento foi feito análise de conjuntura, os desafios da Educação Popular nesta conjuntura atual e no segundo momento, foi realizado atividades em grupos: socialização das práticas implementada a partir dos referenciais teórico-metodológico freiriano.
O curso teve início o ano passado e neste sábado foi feito uma avaliação e reflexão das ações e projetos a partir da apreensão da Educação Popular e a construção de um poder ético:
Desde a década de vinte, mais especificamente após a semana de arte moderna e posteriormente com os manifestos da escola nova, já se falava em uma educação popular que fosse direito de todos. Mais tarde, com o governo de Juscelino Kubitschek (1956 a 1961) e de João Goulart (1961 a 1964) e o advento da industrialização no Brasil com a chegada de capital estrangeiro, a limitação da educação tornou-se um problema e passou a ser necessário instruir o povo para expandir o capital. Nesse cenário, em 1959 educadores e intelectuais lançaram um manifesto em defesa da escola pública ao entender que o desenvolvimento econômico do país se passava necessariamente pela educação, muito mais técnica, para ensinar a fazer, do que clássica para formar intelectuais.Fonte: http://www.espacoacademico.com.br/078/78barbosa.htm acesso 02/08/2009
Este ensaio tem o propósito de dar início em nosso blog de uma discussão sobre a Educação Popular. O que é educação? Qual a formação que queremos construir? Segundo Pinto, “a educação é o processo pelo qual a sociedade forma seus membros à sua imagem e em função de seus interesses” (1993, p. 29). Que tipo de cidadão queremos construir? E vários outras perguntas que poderão ser desenvolvidas.
Uma das várias reflexões que tiro desta formação, realizada no último sábado é sobre cidadania compartilhada, citado pelo Mestrado em Educação da UNIPLAC - Geraldo Locks , que ilumina a nossa percepção aproximada; como diria Marx.
As três dimensões da cidadania compartilhada seriam; a primeira dimensão os bens materiais; a segunda, os bens políticos; e a última (3ª) dimensão os bens simbólicos. Este último identificado pelo acolhimento, que deva ser o sentido da instituição e o processo de educação. Acolher o saber, o falar, as origens, acolher o ser social em sua dimensão pessoal e subjetiva, acolher o potencializar o ser ontológico para ser autônomo e livre comprometido com a ética, esta ética comprometida com o Ethos – nossa casa – como diria Leonardo Boff. Então acolher seria cuidar e amar. São as experiências humanas, os valores fundamentais ligados á vida, ao ser cuidado, ao trabalho, ás relações cooperativas e á cultura da não-violência e da paz, que fazem surgir a ética (ou as éticas ) e podem estabelecer uma possível resposta aos problemas atuais da globalização, da pobreza e da violência. (BOFF. Ètica e Moral: A Busca De Fundamentos, 2003).
Gostaria de finalizar este pequeno ensaio, provocando para que possamos, interagir na construção, (re)significação no processo de educação, seja na escola ou fora da instituição de ensino.
*Estudante e trabalhador da área gráfica
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Minicurso do NUPSS – eu estava lá!
artigo – Aconteceu na última quinta-feira (3೦ de julho de 2009) no município de Lages (SC), o minicurso sobre Instrumentalidade e Técnicas da Profissão, promovido pelo Núcleo de Profissionais do Serviço Social da região serrana de Santa Catarina.
A profissão de assistente social é regulamentada pela Lei nº 8.622, de 7 de junho de 1993 e tem em seu artigo 1º o livre exercício da profissão em todo o território nacional – estes possuidores de diploma em curso de graduação em Serviço Social oficialmente reconhecido (Art. 2º - I).
Pois bem! Após o evento surgiram algumas indagações, sobre a instrumentalidade e técnicas da profissão: COMO UTILIZAR (as ferramentas) INSTRUMENTOS e TÉCNICAS da profissão reconhecendo a liberdade como valor ético central e das demandas políticas – autonomia, emancipação e plena expansão dos indivíduos sociais? (conforme os princípios fundamentais do Código de Ética da Profissão).
Em uma sociedade que tem como padrão estético o uso da “chapinha” e das “luzes” dos salões – fashion´s – devidamente padronizados – cabeça feita – com a ideologia (estética/tecnológica/comercial/sentido da vida: consumista, etc.) norte americano? Realmente temos liberdade e autonomia de ir e vir do jeito que somos! E queremos ser?!
Lembro-me de um “causo” relatado por um amigo; dizia ele: que cabeleira é esta Pedrão?! Estou deixando crescer, dizia eu. Então, ele me contou um “causo” que aconteceu na vida dele. Ele contou me que fora embora de seu município, onde morava, para um outro município, segundo ele: cidade grande, próspero, logo teria de”ganhar” a vida, nesta metrópole. Então “pensou”! irei ganhar a vida nesta cidade de muitas cabeças “colloridas”, utilizando-me de um “instrumento de trabalho”: a chapinha. Montou um “negócio” chamado: Cabeça Feita. Antes de cortar seu cabelo, passe aqui! E faça sua cabeça antes de cortar seus cabelos. O negócio deu certo! Ganhou muito “dólar” segundo ele, comprou carro, casa – até um sítio próximo de sua antiga cidade, onde morava, “antes de ir pra cidade grande” – e logo casou. É claro com uma mulher com uma cabeça feita (cabelos devidamente pintados e chapinhas é claro) fugir do padrão, nunca! Dizia ele.
Este artigo não tem a intenção de criticar ou analisar os salões de beleza, ou o uso de chapinhas e luzes nos cabelos, cortes fashions, etc... mas a intenção de; indagar em relação a instrumentalidade e técnicas da profissão de assistente social. E uma das indagações é como utilizar os devidos instrumentos e técnicas em políticas do tipo;
- políticas afirmativas: que padronizam os direitos – busca-se a igualdade da padronização de direitos para todos os cidadãos – mantendo a estrutura sócio-econômica-cultural, dominante, por uma classe hegemônica.
Um outro tipo, seriam as políticas transformativas: que projeta para o futuro, começando hoje, um novo sistema societário em que o “padrão”; comportamental, estrutural, físico, psicológico, etc..., seja substituído – rompido – por um sentido de vida, de pertencimento, de vivência em um planeta que produz à vida, que quer apenas viver, viver com abundância de vida, respeitando a vivência do outro, com suas diferenças, buscando sempre a revolução cultural.
Que bom! Este minicurso do NUPSS não nos deu certezas (verdades absolutas); mas felizmente, criou –em minha pessona - indagações.
Que venha outros cursos como este, em que os instrumentos e técnicas profissionais não sejam apenas para esticar e colorir os cabelos. (de novo os cabelos: que possamos deixar o cabelo crescer, sem pressa ou preocupação; mas apenas esperar que um dia possamos vislumbrar o rio de vida que transformar-se).
*estudante e trabalhador na área de designer gráfico
segunda-feira, 20 de julho de 2009
ESTATUTO SOCIAL
Proposta de Estatuto
REDE SOCIAL DE COMUNICAÇÃO DA SERRA CATARINENSE
Lages e Região Serrana
Capítulo I
DENOMINAÇÃO
Art. 1º -A Rede Social de Comunicação da Serra Catarinense – Lages e região Serrana, é uma associação civil de âmbito municipal e regional, sem fins lucrativos, instituída por tempo indeterminado, regida pelo presente Estatuto Social, abreviadamente designada Espelhos e Mascaras.
SEDE
Art. 2º - A Rede Social de Comunicação da Serra Catarinense terá sua sede e foro na cidade de Lages, no Estado de Santa Catarina, Brasil.
Parágrafo único - O estatuto e futuras eventuais alterações da Rede Social de Comunicação Social da Serra Catarinense – Espelhos e Mascaras - obedecerão ao modelo previamente elaborado neste, observadas as peculiaridades locais da região serrana.
FOCO: As Políticas Públicas e a Sociedade Civil.
OBJETIVOS
Art. 3º - São objetivos da Rede Social de Comunicação da Serra Catarinense
I - Promover a responsabilidade política do cidadão, através da informação, conhecimento e publicização do poder público;
II - Incentivar a formação cultural e pleno desenvolvimento da cidadania;
III - Incentivar a participação contínua e vigilante dos cidadãos nos atos governamentais;
IV - Motivar a filiação partidária e de outras ferramentas de participação coletiva, como: Conselhos, Associações, Núcleos, Sindicatos, etc... de livre opção;
V - Despertar no cidadão o direito de participar ativamente da vida e do governo do país.
VI - Trabalhar pela formação de líderes políticos.
VI - Conscientizar e consolidar de que o desenvolvimento da democracia dependem da existência de liberdade de expressão;
VII - Incentivar a consciência ecológica profunda;
VIII - Trabalhar pelo município, Estado e pelo Brasil nação e sua autonomia;
IX - Fortalecer a rede social e afetiva entre seus membros.
Art. 4º - A Rede Social de Comunicação da Serra Catarinense – Espelhos e Mascaras - atingirá seus objetivos através da Publicização, entre:
I - Sociedade e Poder Público em cursos, palestras, debates, seminários, congressos, conferências, etc.
II - Pesquisas, publicações, concursos, exposições e divulgações através de meios de comunicação de massa;
III- Produção de livros, informativos, jornais, revistas, discos, áudios, vídeos, filmes e outras formas de reprodução fonovideográficas de caráter cultural;
IV - Intercâmbios e convênios com entidades nacionais e internacionais;
V - Promoção de eventos sócios-culturais, educacionais e políticos.
Art. 5º - A Rede Social de Comunicação da Serra Catarinense – Espelhos e Mascaras - não se filiará a qualquer partido político e tampouco dará apoio ou fará oposição a qualquer candidato a cargo eletivo e a qualquer agremiação partidária.
Art. 6º - A Rede Social de Comunicação da Serra Catarinense – Espelhos e Mascaras - poderá manter intercâmbio com entidades nacionais e internacionais congêneres e com elas associar-se, observadas, porém, a total autonomia regional.
DURAÇÃO
Art. 7º - A Rede Social de Comunicação da Serra Catarinense – Espelhos e Mascaras - vigerá por tempo indeterminado.
Capítulo II
DO QUADRO ASSOCIATIVO
Art. 8º – A Rede Social de Comunicação da Serra Catarinense – Espelhos e Mascaras - é constituída por um número ilimitado de associados que serão admitidos a juízo da diretoria.
Art. 9º – Qualquer pessoa poderá associar-se à Rede Social de Comunicação da Serra Catarinense – Espelhos e Mascaras -, desde que aceite seus objetivos, mediante inscrição aprovada pela diretoria.
Art. 10 – Haverá as seguintes categorias de associados:
I – Fundadores, os que assinarem a ata de fundação da Rede Social de Comunicação da Serra Catarinense – Espelhos e Mascaras;
II – Beneméritos, aqueles aos quais a Assembléia Geral conferir esta distinção, espontaneamente ou por proposta da diretoria, em virtude de relevantes serviços prestados à Rede Social de Comunicação da Serra Catarinense – Espelhos e Mascaras;
III – Honorários, os que se fizerem merecedores dessa homenagem por serviços de notoriedade prestados à Rede Social de Comunicação da Serra Catarinense – Espelhos e Mascaras, por proposta da diretoria à Assembléia Geral;
IV – Contribuintes, aqueles que pagarem a mensalidade estabelecida pela diretoria.
Art. 11 – São direitos dos associados quites com sua obrigações sociais:
I – Votar e ser votado;
II – Tomar parte nas Assembléias Gerais.
Parágrafo único – Os associados beneméritos e honorários terão direito a voto e poderão ser votados.
Art. 12 – São deveres dos associados:
I – Cumprir as disposições estatutárias e regimentais;
II – Acatar as determinações da diretoria;
III – Aceitar e desempenhar os cargos para os quais foram eleitos ou nomeados, salvo nos casos de justificada impossibilidade.
Parágrafo Único – A exclusão de qualquer filiado à Rede Social de Comunicação da Serra Catarinense – Espelhos e Mascaras, somente ocorrerá por justa causa, assim entendida por decisão do quadro diretivo, concedendo-se ao associado o exercício de amplo direito de defesa. Da decisão caberá recurso à Assembléia Geral.
Art. 13 – Os associados não respondem, mesmo subsidiariamente, pelas obrigações sociais da entidade.
Capítulo III
DA ADMINISTRAÇÃO
Art. 14 – A Rede Social de Comunicação da Serra Catarinense – Espelhos e Mascaras - tem como meios de sua administração, com poderes distintos e cujas funções estão determinadas em capítulos próprios:
I – Assembléia Geral;
II – Diretoria;
III – Conselho Fiscal
IV – Conselho de Ética
Art. 15 – A Assembléia Geral será constituída pelos associados em pleno gozo de seus direitos estatutários.
Art. 16 – Compete à Assembléia Geral:
I – Eleger a diretoria;
II – Destituir os administradores;
III – Alterar o estatuto;
IV – Conceder o título de associado benemérito e honorário por proposta da diretoria.
Art. 17 – A Assembléia Geral da Rede Social de Comunicação da Serra Catarinense – Espelhos e Mascaras - realizar-se-á, ordinariamente, uma vez por ano, em local e hora a serem determinados pela diretoria e, extraordinariamente, todo o penúltimo sábado de cada mês em local determinado pela diretoria;
§ 1º - A convocação da Assembléia Geral será feita por edital, afixado na sede da entidade, por publicação na imprensa ou por outros meios de comunicação, com antecedência de dez dias, no mínimo, e realizar-se-á em primeira convocação com um terço dos seus membros e em segunda convocação, com qualquer número.
§ 2º - As disposições contidas neste estatuto somente poderão ser alteradas através de Assembléia Geral Extraordinária, especialmente convocada para tal finalidade e com anuência da Rede Social de Comunicação da Serra Catarinense – Espelhos e Mascaras.
DO QUADRO DIRETIVO
Art. 18 – A diretoria da Rede Social de Comunicação da Serra Catarinense – Espelhos e Mascaras - será composta por nove membros, todas em pleno gozo de seus direitos de cidadania, integrantes e associadas da entidade, sendo um Diretor(a)-Presidente, eleita por cinco anos, em Assembléia, podendo ser reeleita.
§1º - As demais Diretorias serão indicadas pela Diretor(a)-Presidente, a quem compete a qualificação das respectivas funções, com mandato de cinco anos, permitindo-se a reeleição das nove, as quais poderão, em seus impedimentos, ser substituídas mediante decisão da diretoria, por maioria absoluta de seus membros.
Art. 19 – A diretoria da Rede Social de Comunicação da Serra Catarinense – Espelhos e Mascaras - reunir-se-á mensalmente, ou sempre que os interesses sociais o exigirem, mediante convocação do Diretor(a)-Presidente ou da maioria absoluta de suas diretoras, conforme o Art. 17.
§ 1º - As reuniões da diretoria serão presididas pelo Diretor(a)-Presidente e instalar-se-ão, no mínimo, com a presença da maioria simples de seus membros.
§ 2º - Das reuniões da diretoria serão lavradas atas em livro próprio, assinadas por todos os membros presentes.
§ 3º - os diretores que faltarem a 3 (três)) reuniões, consecutivas ou não, sem justa causa, serão substituídas.
Art. 20 - Ficam criados:
I - o Conselho Consultivo, composto por dez pessoas de ilibada reputação e notório saber;
II - o Conselho de Mantenedores;
III - o Conselho de Honra;
IV - o Conselho do(as) ex-Presidentes.
V - a Comissão de Ética, composta por 3 (três) membros e respectivos suplentes.
Parágrafo Único - A indicação dos membros desses Conselhos e Comissão será feita pela Diretoria.
Art. 21 – O(a)s diretores, os membros dos Conselhos e Comissão poderão receber honorários, remuneração de qualquer espécie e serão investidas em seus cargos mediante assinatura do termo de posse no Livro de Atas de Reunião da Diretoria.
Art. 22 - O Diretor(a)-Presidente, em suas ausências ou impedimentos temporários, será substituída pela Diretor(a) 1ª Vice-Presidente e, no impedimento temporário de ambas, pela 2ª Diretor(a) Vice-Presidente.
Parágrafo Único - Para todos os atos de gestão e administração, passiva e ativa, a Rede Social de Comunicação da Serra Catarinense – Espelhos e Mascaras -será representada pela Diretor(a)-Presidente, isoladamente, ou por duas Diretor(as) qualificadas, em conjunto, exceção feita a quaisquer atividades financeiras, para as quais será necessária a assinatura da Diretor(a)-Financeira em conjunto com a Diretor(a)-Presidente, ou outra por esta designada para este fim.
Art. 23 – Compete à Diretoria, como órgão colegiado, a prática de todos os atos necessários ao regular funcionamento da Rede Social de Comunicação da Serra Catarinense – Espelhos e Mascaras, exercendo, para tanto, as atribuições que a lei e o presente estatuto conferirem.
Art. 24 – Todos os assuntos submetidos à apreciação da diretoria serão decididos em primeira convocação, por maioria simples de votos, cabendo à Diretor(a)-Presidente o voto de qualidade.
Art. 25 – O Conselho Fiscal será constituído por 3 (três) membros, e seus respectivos suplentes, indicados pela diretoria e eleitos pela Assembléia Geral.
§ 1º - O mandato do Conselho Fiscal será coincidente com mandato da diretoria.
§ 2º - Em caso de vacância, o mandato será assumido pelo respectivo suplente, até o seu término.
Art. 26 – Compete ao Conselho Fiscal:
I – examinar os livros de escrituração da entidade;
II – examinar o balancete semestral apresentado pela diretora financeira, opinando a respeito;
III – opinar sobre a aquisição e alienação de bens.
Parágrafo Único: O Conselho Fiscal reunir-se-á ordinariamente a cada 6 (seis) meses ou extraordinariamente sempre que necessário.
Art. 27 - O Conselho Consultivo terá a função de órgão de assessoramento da diretoria e reunir-se-á sempre que convocada pela Diretoria, bem como pelos demais Conselhos.
Art. 28 - Doações e legados;
Art. 29 - A administração do patrimônio da Rede Social de Comunicação da Serra Catarinense – Espelhos e Mascaras - compete à Diretoria.
Art. 30 - A receita deve ser depositada nos bancos, a critério da Diretoria, e aplicada no pagamento das despesas, nos serviços de administração, na realização de atividades culturais e outros encargos.
Art. 31 - No caso de dissolução da Associação, o seu patrimônio será destinado a uma instituição de fim não lucrativo, concernente à área de Museus, de escolha da Assembléia Geral.
DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 32– Os fundos arrecadados deverão ser aplicados na administração e consecução dos objetivos da Rede Social de Comunicação da Serra Catarinense – Espelhos e Mascaras.
Art. 33– O presente Estatuto Social só pode ser reformado a critério e por decisão da Assembléia Geral Extraordinária, sendo exigidos os votos de três quartos (3/4) dos sócios presentes, com direito a voto.
Art. 34 – Os meios de comunicação eletrônicos editado pela Rede Social de Comunicação da Serra Catarinense – Espelhos e Mascaras - é remetida gratuitamente aos sócios.
Art 35 - Os casos omissos no Estatuto Social são resolvidos pela Diretoria, ouvido, previamente, o Conselho Deliberativo.
Art 36 – Lutar pela regulamentação do art. 221 da Constituição, que fixa os seguintes princípios na produção e programação das emissoras de rádio e televisão: “I – preferência a finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas; II – promoção da cultura nacional e regional e estímulo à produção independente, que objetive a sua divulgação; III – regionalização da produção cultural, artística e jornalística, conforme percentuais estabelecidos em lei; IV – respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família”.
Art. 37 - Amplo direito de acesso a dados e documentos públicos, conforme o disposto no art. 5º, inciso XXXIII, da Constituição.
Art. 38 - A Rede Social de Comunicação da Serra Catarinense – Espelhos e Mascaras -, por ato da Diretoria, pode credenciar um (1) associado para cada município da região, onde o mesmo resida e tenha domicílio, como seu Representante, fazendo parte da rede social de comunicação.
Att: Pedro Miguel







